Bloodshot – Trailer #2

‘Bloodshot’, da Sony Pictures, ganha novo trailer. O longa é estrelado por Vin Diesel que interpreta Ray Garrison, um soldado recentemente morto em combate que foi trazido de volta à vida pela corporação RST como o super-humano Bloodshot. A direção é de David S. F. Wilson, que faz sua estreia como diretor de longa-metragem, e o roteiro é de Jeff Wadlow e Eric Heisserer. O longa é baseado nos quadrinhos de “Bloodshot” e o elenco é composto por Vin Diesel, Eiza Gonzalez, Sam Heughan, Toby Kebbell e Guy Pearce. O longa chega aos cinemas em março de 2020.

Morbius – Trailer #1

A Sony Pictures, acaba de divulgar primeiro trailer de ‘Morbius’. O longa é estrelado por Jared Leto que interpreta o enigmático anti-herói Michael Morbius. A direção é de Daniel Espinosa (‘Vida’) e o roteiro é de Matt Sazama e Burk Sharpless. O elenco é composto por Jared Leto, Matt Smith, Adria Arjona, Jared Harris, Al Madrigal e Tyrese Gibson. O longa chega aos cinemas em julho de 2020.

Crítica | Ameaça Profunda

E começamos o ano de 2020 com o thriller ‘Ameaça Profunda’ estrelado pela atriz Kristen Stewart, ainda tentando emplacar outro sucesso que a distancie da famigerada saga Crepúsculo. O longa é sobre uma estação submarina a 11 km de profundidade nas Fossas Marianas, onde um grupo de exploradores tenta sobreviver depois de um grave acidente naquela instalação. Não satisfeitos de já estarem a uma profundidade absurda, o time de cientistas ainda tenta, através de uma escavadeira ultra moderna, perfurar o fundo do oceano sem deixar muito claro o motivo desse esforço adicional e perigoso. O roteiro é simples e previsível com o time de atores encarnando as características usuais de um grupo de pessoas nesse tipo de filme pois tempos o alívio cômico, a medrosa, o líder, o que atrasa o grupo e finalmente o que se sacrifica pela equipe. Os diálogos são incrivelmente bobos e os sustos estão lá somente para tentar criar alguma conexão com a plateia, a qual nem vendo a protagonista desafiando os perigos trajando um curto biquíni se empolga verdadeiramente.

O diretor da película  é o pouco conhecido William Eubank o qual somente dirigiu os inexpressivos ‘O Sinal: Frequência do Medo’ (The Signal – 2014) e ‘Linha de Ação’ (Broken City – 2013) executando uma árdua missão de transformar um fraco roteiro em um bom filme. A atriz Kristen Stewart de ‘As Panteras’ (Charlie’s Angels – 2019) lidera o elenco que conta com atores chamados do ‘segundo escalão’ como é o caso da Jessica Henwick (participou da série ‘Punhos de Ferro’) e do ator Todd Miller que aqui reprisa sem medo o mesmo alívio cômico que o lançou contracenando com Ryan Reynolds em ambos os filmes do Deadpool. O real destaque do elenco, que supera bem mais a própria protagonista, pertence ao líder da equipe interpretado pelo veterano Vincent Cassel, que mesmo com pouco tempo em tela, consegue trazer alguma dramaticidade à trama.

‘Ameaça Profunda’ tem um bom design de produção na tentativa de ambientar a ação em uma estação submarina danificada onde os atores ou estão molhados ou mergulhando no perigoso oceano. A história tem grandes furos mas podemos destacar dois deles em especial. Primeiramente temos o fato de que uma instalação daquele tamanho, mesmo tendo sofrido grandes danos, deveria apresentar um número bem maior de sobreviventes além dos 6 apresentados. Em segundo lugar, o socorro da equipe em terra ou superfície jamais chega e é de se perguntar o que estaria impedindo alguma tentativa de resgate já que imediatamente se saberia que algo não estava correto já que, entres outros, a comunicação havia se encerrado. O figurino fez um bom trabalho em recriar um moderno traje de escafandro onde os atores possuíam uma boa mobilidade mesmo vestindo aquela armadura. O cartaz de promoção do filme já exibe claramente algumas presas ameaçadoras em seu rodapé e é dedutível que a equipe irá enfrentar, além dos perigos da profundidade, algumas criaturas nada amigáveis.

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Vencedores do Globo de Ouro 2020

Golden Globes 2020 | VENCEDORES

– CINEMA – 

Melhor filme dramático

1917
Irlandês
História de um Casamento
Coringa
Dois Papas

Melhor ator – Drama

Joaquin Phoenix, Coringa
Christian Bale, Ford v Ferrari
Antonio Banderas, Dor e Glória
Adam Driver, História de um Casamento
Jonathan Pryce, Dois Papas

Melhor atriz – Drama

Renée Zellweger, Judy – Muito Além do Arco-Íris
Cynthia Erivo, Harriet
Scarlett Johansson, História de um Casamento
Saoirse Ronan, Adoráveis Mulheres
Charlize Theron, O Escândalo

Melhor filme cômico ou musical

Era uma Vez em… Hollywood 
Jojo Rabbit
Entre Facas e Segredos
Rocketman
Meu nome é Dolemite

Melhor diretor

Sam Mendes, 1917 
Todd Phillips, Coringa
Bong Joon-ho, Parasita
Martin Scorsese, O Irlandês
Quentin Tarantino, Era uma Vez em… Hollywood

Melhor roteiro 

Quentin Tarantino, Era uma Vez em… Hollywood 
Noah Baumbach, História de um Casamento
Bong Joon-ho e Han Jin-won, Parasita
Anthony McCarten, Dois Papas
Steven Zaillian, O Irlandês

Melhor atriz – Musical ou Comédia

Awkwafina, The Farewell 
Ana de Armas, Entre Facas e Segredos
Cate Blanchett, Cadê Você, Bernadette?
Beanie Feldstein, Fora de Série
Emma Thompson, Late Night

Melhor ator – Musical ou Comédia

Taron Egerton, Rocketman 
Daniel Craig, Entre Facas e Segredos
Roman Griffin Davis, Jojo Rabbit
Leonardo DiCaprio, Era uma Vez em… Hollywood
Eddie Murphy, Meu Nome é Dolemite

Melhor ator coadjuvante 

Brad Pitt, Era uma Vez em… Hollywood 
Tom Hanks, Um Lindo Dia na Vizinhança
Anthony Hopkins, Dois Papas
Al Pacino, O Irlandês
Joe Pesci, O Irlandês

Melhor atriz coadjuvante

Laura Dern, História de um Casamento 
Kathy Bates, O Caso Richard Jewell
Annette Bening, O Relatório
Jennifer Lopez, As Golpistas
Margot Robbie, O Escândalo

Melhor animação

Link Perdido 
Frozen 2
Como Treinar seu Dragão 3
Toy Story 4
O Rei Leão

Melhor filme em língua estrangeira

Parasita 
The Farewell
Dor e Glória
Retrato de uma Jovem em Chamas
Les Misérables

Melhor canção original

(I’m Gonna) Love Me Again, Rocketman
Into the Unknown, Frozen 2
Beautiful Ghosts, Cats
Spirit, O Rei Leão
Stand Up, Harriet

Melhor trilha sonora original para filmes

Hildur Guðnadóttir, Coringa 
Daniel Pemberton, Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe
Alexandre Desplat, Adoráveis Mulheres
Thomas Newman, 1917
Randy Newman, História de um Casamento

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10 Piores Filmes de 2019

  1. Esquadrão 6 (6 Underground – Netflix)
  2. Hellboy (idem)
  3. MIB: Homens de Preto – Internacional (Men in Black: International)
  4. As Panteras (Charlie’s Angels)
  5. A Sereia – Lago dos Mortos (The Mermaid: Lake of the Dead)
  6. X-Men: Fênix Negra (X-Men : Dark Phoenix)
  7. Projeto Gemini (Gemini Man)
  8. O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (Terminator: Dark Fate)
  9. O Rei Leão (The Lion King)
  10. CATS (idem)

Menção ”Honrosa’ que de tão ruim nem na lista está: Os Parças 2

BOLA FORA – Governo estabelece as regras para exibição obrigatória de filmes brasileiros nos cinemas

Um decreto publicado na terça-feira (24) pelo presidente Jair Bolsonaro estabelece as novas cotas obrigatórias de exibição de filmes brasileiros nos cinemas do país em 2020. A regulamentação das regras para o próximo ano era aguardada pelo setor audiovisual. Conhecida como Cota de Tela, a obrigatoriedade da exibição de filmes nacionais nos cinemas foi estabelecida pela Medida Provisória 2.228 de 2001. O objetivo do dispositivo é proteger e fomentar a produção audiovisual no país. Todo ano, o Poder Executivo tem que publicar, até 31 de dezembro, os parâmetros da Cota para o ano seguinte — ou seja, por quantos dias uma sala deve abrigar um filme nacional ao longo de um ano. O número de filmes brasileiros que devem ser exibidos varia de acordo com o tamanho das empresas exibidoras. Por exemplo, uma empresa que tiver apenas uma sala é obrigada a exibir por 27 dias filmes brasileiros em sua programação de 2020. Já empresas que tenham a partir de 201 salas devem dedicar 57 dias de sua programação ao cinema nacional.

Também é exigida a variação nos títulos exibidos. Uma empresa com apenas uma sala, por exemplo, precisa exibir três filmes diferentes. A partir de 16 salas, deve ser feita a exibição de pelo menos 24 filmes nacionais distintos. Salas que optarem por programar voluntariamente filmes brasileiros a partir das 17h poderão reduzir em 20% a cota obrigatória. Será estabelecido um limite mínimo de títulos diferentes a ser oferecido por cada complexo, de forma a garantir a diversidade de obras exibidas. O decreto ainda determina que os requisitos e as condições de validade para o cumprimento da obrigatoriedade da cota de tela, bem como a metodologia de cálculo da quantidade de dias para cumprimento da obrigação, serão disciplinados em ato expedido pela Ancine. “Em suma, a proposta tem por finalidade ampliar os resultados e atualizar o modelo vigente à atual conjuntura do setor, garantindo não só a expansão do cinema nacional, mas também sua capilaridade e divulgação em todo o país”, diz nota divulgada pelo Palácio do Planalto.

Crítica | Star Wars: Episódio IX – A Ascensão Skywalker

A saga dos Skywalker iniciada por George Lucas com o despretensioso mas excelente ‘Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança’ (Star Wars: Episode IV – A New Hope – 1977) depois de 42 anos  e 9 filmes chega ao seu desfecho com o aguardado ‘Star Wars: Episódio IX – A Ascensão de Skywalker’ dirigido por J.J. Abrams. Um filme que deveria funcionar exclusivamente como um fechamento, na realidade gasta muito de seu tempo tentando desfazer o que foi mostrado no longa anterior dirigido por Rian Johnson, ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (Star Wars: The Last Jedi – 2017). A trama gira em torno da resistência tentando lidar com uma nova ameaça liderada pelo Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), o qual já entregava seu retorno nos trailers através de sua risada icônica. Sim, o Imperador não estava morto, e utilizou esse tempo para formar uma super poderosa armada de Destroyers em um local secreto no espaço para então liquidar de vez a rebelião. Nesse contexto, temos a Jedi Rey ao passo que tenta ajudar a causa dos rebeldes, busca igualmente descobrir mais sobre seus poderes e passado, notadamente quem seriam seus pais biológicos. Tecnicamente o longa é impecável pois a Disney, agora dona da icônica franquia, não poupou recursos para um excelente CGI, efeitos sonoros e práticos e finalmente uma cenografia e maquiagens dignas de Oscar. A química do elenco principal continua muito boa, entretanto, o roteiro apressadamente inclui novos e dispensáveis personagens o que enfraquece a narrativa e não cria um elo com o telespectador pois esse não tem tempo para se importar com essas repentinas inclusões. Ainda em relação ao elenco, ‘Star Wars: Episódio IX – A Ascensão de Skywalker’ precisou lidar com a morte da atriz Carrie Fisher em 2016 que interpretava a Princesa Leia, mesclando dublês de corpo, CGI e cenas já gravadas da personagem para preencher lacunas e finalmente encerrar ser arco narrativo.

A desconstituição de elementos do longa anterior com a narrativa do atual é tão descarada que o mesmo Luke Skywalker que em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ descartou sua famosa arma jogando fora seu sabre de luz logo após tê-lo recebido, agora, em ‘Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança’, ao se deparar com a personagem Rey fazendo a mesmíssima coisa, a recrimina dizendo: ‘isso não é maneira de tratar um sabre de luz…’. O retorno de Luke já era esperado e agora mesmo na forma astral, lhe foi conferido novas habilidades pois sua versão ‘fantasminha camarada’ é capaz de interagir com pesados objetos do mundo real de forma a fazer inveja aos mais poderosos Jedis. Outra ‘novidade’ dispensável é que agora a conexão mental entre a protagonista Rey (Daisy Ridley) e o vilão Kylo Ren (Adam Driver) possibilita, pasmem, a troca de objetos entre eles mesmo estando em planetas diferentes, isto é, um colar usado pela heroína pode desaparecer dela e surgir na mão do antagonista durante essa comunicação telepática. Mas a coisa piora um pouco quando é revelado que usando a ‘força’, Rey também consegue curar os feridos nos quais alguns deles ela acabara de ferir. Ninguém realmente morre na trama do longa pois além das voltas inesperadas e sem contexto (até Harrison Ford foi convencido a fazer uma pontinha como Han Solo devido ao falecimento prematuro da atriz Carrie Fisher) até os equipamentos velhos e abandonados voltam a funcionar sem problema algum, como a nave X-Wing de Luke submersa na água por longos anos. E se na história alguém merece uma nota 10 com louvor, estes são os engenheiros construtores de naves e veículos pois além destes acessarem a velocidade da luz com extrema facilidade, nenhuma avaria é complexa demais que não possa ser consertada em poucos minutos. Star Wars: Episódio IX – A Ascensão de Skywalker’ é um filme bastante corrido e isso se apresenta como seu principal pecado, entretanto, a excessiva presença de ‘fan services’ no longa mais atrapalha do que auxilia em sua trama. A saga de Star Wars em seu início fazia referencia proposital a dezenas de filmes amados por George Lucas mas depois de quatro décadas, a franquia agora faz referência justamente ao seu material mais antigo somente para agradar seu público com mais de quarenta anos.

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Top Gun: Maverick – Trailer #2

O piloto de caça mais amado dos cinemas, Maverick (Tom Cruise), retorna às telonas em 09 de julho de 2020 e para diminuir um pouco a ansiedade dos fãs, a Paramount Pictures divulgou hoje o trailer oficial de ‘Top Gun: Maverick’. O vídeo revela novos personagens e cenas que mostram que Maverick continua fazendo manobras arrebatadoras pelos ares! ‘Top Gun: Maverick’ traz Tom Cruise de volta a um dos papéis mais icônicos de sua carreira, 34 anos depois, e também a nostalgia do primeiro filme, ‘Top Gun: Ases Indomáveis’, lançado em 1986, além de muitas cenas de ação de tirar o fôlego. Dirigido por Joseph Kosinski (Oblivion) e com a produção de Jerry Bruckheimer, o longa tem em seu elenco, além de Cruise, Jennifer Connelly, Miles Teller, Jon Hamm, Ed Harris e Val Kilmer.

SINOPSE:
Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”. Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Ghostbusters – Mais Além – Cartaz divulgado

‘Ghostbusters – Mais Além‘ dirigido por Jason Reitman e produzido por Ivan Reitman ganha cartaz teaser. O filme conta com elenco de Paul Rudd (Homem-Formiga), Finn Wolfhard (Stranger Things), Carrie Coon (The Sinner) e Mckenna Grace (Capitã Marvel). A previsão de estreia é agosto de 2020.

SINOPSE
Do diretor Jason Reitman e produtor Ivan Reitman, vem o próximo capítulo do universo original de ‘Ghostbusters. Em Ghostbusters: Mais Além’, quando uma mãe solteira e seus filhos se mudam para uma pequena cidade, eles começam a descobrir sua conexão com os caça fantasmas originais e o legado secreto que seu avó deixou para trás. O filme foi escrito por Jason Reitman e Gil Kenan.